quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Uma cena de O Guarda-Costas

Zapeando pela TV, em busca de sinais de vida inteligente nos canais abertos, deparei-me com o final de um filme que já não ouvia falar há algum tempo: O Guarda-Costas, com Whitney Houston e Kevin Costner.

Só peguei o finalzinho. Justamente a cena em que a personagem de Whitney era uma das favoritas para receber o Oscar de Melhor Atriz e, nesse mesmo dia, alguém poderia atentar contra a sua vida. Do resto do filme lembro pouco, por isso vamos nos ater somente a essa parte do longa.

A trama tenta mostrar a ansiedade de Whitney, provocada pelo tal guarda-costas (Costner), que acredita que o atentado contra a atriz irá ocorrer no possível momento de sua consagração, já que a mesma é favorita para receber o Oscar.

O diretor nos dá essa percepção focalizando o olhar de ansiedade da protagonista, suas mãos segurando um objeto de proteção (um crucifixo?) e olhar atento de Costner. A edição mistura o frisson da programação do Oscar e essa sensação de perigo iminente. Meio piegas, na verdade. Principalmente no ato-chave, quando Whitney Houston é realmente indicada e o guarda-costas descobre quem está mirando em direção da atriz. A ação ocorre em câmera lenta. Um anti-clímax que estanca a emoção daquele momento que estava sendo conduzido razoavelmente bem.

No final-clichê, a temperamental atriz descobre que ama o guarda-costas e, a seguir, temos um clip da melosa I Will Alwais Love You.

Creio que, na época, O Guarda-Costas foi feito apenas para ser veículo promocional de Whitney Houston. Talvez por isso, lembre tão pouco do restante da história.

Um comentário:

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Que saudades de Kevin Costner... É, tudo na vida passa.
Abração,

www.ofalcaomaltes.blogspot.com