Se você está em
busca de um genuíno filme de aventura, não pode perder Círculo de Fogo. O
longa-metragem do diretor Guillermo Del Toro (de Hellboy e O Labirinto do
Fauno) carrega em seu código genético as características típicas dessas produções:
ação incessante, personagens que você torce a favor e uma estória que, por mais
absurda que seja, resgata a sensação das velhas matinês.
Del Toro não perde
tempo para explicar ao público qual a proposta do seu filme. Rapidinho, ficamos
sabendo que uma fenda no oceano pacífico libertou criaturas monstruosas, os
“Kaiju” que invadem a superfície e passam a destruir as cidades. Para se
defender, a raça humana criou robôs gigantescos, os “Jaegers”, controlados por
duas pessoas através de uma conexão cerebral. Para deter de vez a ameaça, o
plano consiste em fechar a fenda. Simples assim!
Círculo de Fogo é
isso. A batalha entre o bem e o mal sem muito lero-lero e com altas doses de adrenalina
em sua receita. Para se familiarizar melhor com o filme, é só se lembrar
daqueles antigos seriados japoneses que tanto fizeram sucesso na década de 80:
Jaspion, Changeman e congêneres. Com boas cenas de luta, humor e um uso
acertado dos efeitos especiais, o filme é uma boa pedida por priorizar, acima
de tudo, o entretenimento.
Avaliação: ★★★1/2
Avaliação: ★★★1/2
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